Ontem o STF deu mais um passo rumo à democracia em
essência. Num país livre, laico, democrático, pacífico, tropical, com as praias
de salvador, as loiras do Rio Grande do Sul e a floresta amazônica, não é
admissível que o cidadão que faz uso terapêutico da cocaína ainda encontre
dificuldades para encontrar a branquinha de qualidade.
Há pouco mais de um ano, o STF já havia liberado o
consumo da cocaína em locais públicos, porém, a produção da farinha ainda era
proibida. Isto fazia com que o sujeito encontrasse apenas cocaína de baixo grau
de pureza, prejudicando sua saúde. Manifestações de pais de família abriram a
brecha para a legalização do uso, mas não foi suficiente para a regulamentação
da produção de cocaína.
A partir da semana que vem, quem se interessar,
poderá inscrever-se no curso de refino de cocaína. O curso é totalmente
profissional e emite certificado. Segundo informações de Hugo Morales – que já
está com a papelada em mãos para abrir as portas do curso – os alunos
aprenderão o processo completo, desde o plantio da coca, até a melhor forma de
embalar o fermento. Morales ainda garante um mercado de trabalho com proporções astronômicas!
O jornal acredita que o preço da mensalidade
será caro, dificultando o acesso das classes socialmente prejudicas e menos
favorecidas. O preço poderá ser alto pelo fato dos alunos pagarem a mensalidade
e os materiais de estudo. O que nos preocupa é o alto custo destes últimos, uma
vez que os alunos consumirão os materiais que deveriam ser estudados.
O Estado já analisa a ideia de financiar o curso e os
materiais com bolsas do Prouni.
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